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O vídeo questiona a tendência midiática e política de apontar o movimento RedPill como a causa direta do feminicídio, argumentando que essa narrativa carece de evidência causal estatística. O autor demonstra, através de dados oficiais, que a maioria esmagadora desses crimes ocorre em contextos domésticos e intrafamiliares, possuindo raízes estruturais que precedem a influência ideológica da internet. A análise sugere que eleger grupos digitais como culpados funciona como uma estratégia de distração política, evitando o debate sobre a impunidade e a ineficácia das medidas protetivas. Por fim, o conteúdo critica a contradição de agentes públicos que demonstram indignação moral, mas agem politicamente para manter a frouxidão penal contra criminosos violentos.

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A relação entre Redpill's e o feminicídio

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